escrutina.pt

Escrutínio público · Portugal dados até

Quem declara um interesse,
e que contratos recebe do Estado.

Cruzamos as declarações dos titulares de cargos políticos com os contratos públicos adjudicados desde 2012. Pesquise um político, uma empresa ou um NIF — cada página é datada, nomeada e auditável.

Prima / em qualquer página para pesquisar.

Contratos públicos
2 221 306
Portal BASE · 2012–2026
Titulares
7831
3820 com empresas declaradas
Empresas seguidas
5439
1760 com contratos públicos
Valor sob escrutínio
20,6 mM €
contratos de empresas declaradas, lado fornecedor

Grupos · participações declaradas

215 pares tier A

A maioria dos pares é uma ligação simples titular↔empresa. O sinal está nos grupos: 17 titulares declaram participações em mais do que uma empresa com contratos, e 3 empresas são declaradas por mais do que um titular. Quadrados = empresas, círculos = titulares; clique para abrir.

+ 9 grupos de menor valor — todos os pares estão na faixa abaixo e em /politicos.

Todos os pares, por valor

Cada ponto é um par titular × empresa (escala logarítmica). A coexistência não constitui, por si, uma acusação — é o mapa do que merece escrutínio.

1 mil € 10 mil € 100 mil € 1 M € 10 M €

Ritmo mensal · empresas seguidas

Contratos adjudicados por mês às empresas declaradas por titulares, com as eleições assinaladas.

2013 2017 2021 2025 2012 2014 2016 2018 2020 2022 2024 2026
contratos/mês (empresas seguidas) autárquicas legislativas

Em destaque

Arquiteta e co-proprietária de construtora que fez €30 milhões em obras públicas na região Centro — incluindo, três anos após deixar a Câmara, o maior contrato da história da empresa, adjudicado por esse mesmo município

Célia Margarida Gomes Marques · Odraude, construção civil e obras públicas,lda

30 116 863 € 145 contratos · 2012–2026
abrir caso →

Casos recentes

ver todos →

Todos os factos apresentados são retirados de fontes públicas oficiais (Entidade para a Transparência, Portal BASE, Assembleia da República). A sobreposição entre interesses declarados e contratos celebrados não constitui, por si só, uma acusação de ilegalidade — destina-se a triagem e escrutínio público por cidadãos, jornalistas e autoridades competentes.